{"id":6253,"date":"2020-09-30T22:13:15","date_gmt":"2020-09-30T22:13:15","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.infraspeak.com\/?p=6253"},"modified":"2026-04-02T18:39:55","modified_gmt":"2026-04-02T18:39:55","slug":"fta-fmea-diferencas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-pt\/fta-fmea-diferencas\/","title":{"rendered":"FTA e FMEA: Quais S\u00e3o As Diferen\u00e7as?"},"content":{"rendered":"<div id=\"bsf_rt_marker\"><\/div><p><span style=\"font-weight: 400;\">E qual \u00e9 a melhor? A <strong>An\u00e1lise de \u00c1rvore de Falhas<\/strong> e a <strong>An\u00e1lise de Modos de Falha e Efeitos<\/strong> s\u00e3o ambas usadas para encontrar a causa raiz, detetar falhas, implementar melhorias e fazer avalia\u00e7\u00f5es de risco, mas as semelhan\u00e7as acabam por aqui. Cada uma tem uma abordagem muito diferente perante uma falha, o que tem consequ\u00eancias profundas nos resultados que podemos obter com cada an\u00e1lise.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao longo deste artigo, vamos utilizar a sigla FTA (do ingl\u00eas <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">fault-tree analysis<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">) para designar An\u00e1lise de \u00c1rvore de Falhas e FMEA (Failure Modes and Effects Analysis) para a An\u00e1lise de Modos de Falha e Efeitos.\u00a0<\/span><\/p>\n<h2><b>Quais as diferen\u00e7as entre FTA e FMEA?<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Antes de come\u00e7ar, recomendamos que leia os nossos artigos sobre <\/span><a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-pt\/analise-fmea\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">FMEA<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> e sobre a <\/span><a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-pt\/analise-arvore-de-falhas\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">An\u00e1lise de \u00c1rvore de Falhas<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Se j\u00e1 conhece ambos os m\u00e9todos, ent\u00e3o queremos ir diretos ao assunto! Esta tabela resume as principais diferen\u00e7as entre a \u00e1rvore de an\u00e1lise de falhas e a FMEA:<\/span><\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><b>FTA<\/b><\/td>\n<td><b>FMEA<\/b><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">m\u00e9todo dedutivo: abordagem \u201ctop-down\u201d<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">m\u00e9todo indutivo: abordagem \u201cbottom-up\u201d<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">m\u00e9todo quantitativo<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">m\u00e9todo qualitativo\u00a0<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">analisa todo o sistema e demonstra a intera\u00e7\u00e3o entre diversos componentes<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">cataloga falhas para cada componente e n\u00e3o analisa falhas m\u00faltiplas<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">considera eventos externos<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">n\u00e3o considera fatores externos<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">n\u00e3o considera falhas parciais<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">n\u00e3o considera modos de falha inesperados<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">f\u00e1cil de atualizar com a ajuda de software<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">suporte em Excel, + dif\u00edcil de manter atualizada<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h3><\/h3>\n<h3><b>Dedu\u00e7\u00e3o vs. Indu\u00e7\u00e3o\u00a0<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A primeira grande diferen\u00e7a entre a FMEA e FTA \u00e9 abordagem que seguem. A FTA \u00e9 um m\u00e9todo sistem\u00e1tico e dedutivo; o<strong> ponto de partida \u00e9 a falha e da\u00ed chega a uma conclus\u00e3o mais abrangente<\/strong>, como se fosse uma investiga\u00e7\u00e3o ou um diagn\u00f3stico. Por exemplo, assumindo uma falha no alarme de inc\u00eandios, a FTA parte dessa falha para explorar as potenciais causas (ou houve uma falha no sistema de dete\u00e7\u00e3o de fumo, ou nos sensores de temperatura), at\u00e9 chegar \u00e0 causa raiz.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A FMEA, por outro lado, \u00e9 um m\u00e9todo indutivo, ou seja, parte de uma regra geral para o particular. Em vez de come\u00e7ar pela falha, a an\u00e1lise FMEA centra-se num componente, para o qual s\u00e3o descritos diversos modos de falha com base no hist\u00f3rico e no nosso conhecimento do ativo. Depois, analisa o efeito de cada falha. Assim sendo, acaba por se tornar num &#8220;cat\u00e1logo&#8221; de falhas que pode ser integrado num <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-pt\/plataforma\/software-gestao-de-ativos\">software gest\u00e3o de ativos<\/a> para melhor controlo. No exemplo acima, a FMEA iria listar os modos de falha do alarme de inc\u00eandio, listando como efeito em caso de falha a &#8220;propaga\u00e7\u00e3o do inc\u00eandio&#8221;.<\/p>\n<p>A implementa\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica destas an\u00e1lises no terreno apresenta os seus pr\u00f3prios desafios. Para equipas t\u00e9cnicas que executam an\u00e1lises FTA e FMEA diretamente nos equipamentos, o <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-pt\/solucoes\/field-service-management-software\">software field service management<\/a> pode facilitar a recolha sistem\u00e1tica de dados e a aplica\u00e7\u00e3o rigorosa das metodologias.<\/p>\n<h3><b>Determinar modos de falha em FMEA vs. FTA\u00a0<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A diferen\u00e7a que explicamos acima tem consequ\u00eancias profundas na descri\u00e7\u00e3o dos modos de falha. No entanto, h\u00e1 uma coisa em comum: ambas as an\u00e1lises t\u00eam de ser feitas por algu\u00e9m com um conhecimento profundo dos equipamentos e da sua <a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-pt\/manutencao-centrada-fiabilidade\/\">fiabilidade<\/a>, conhecimento que pode ser sistematizado atrav\u00e9s de um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-pt\/solucoes\/software-cmms\">software CMMS<\/a>.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A an\u00e1lise FMEA depende de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">prever<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> todos os modos de falha para cada componente: as causas que provocam uma paragem completa; as que provocam danos parciais e as que s\u00e3o quase impercept\u00edveis. Ao contr\u00e1rio da FTA, esta an\u00e1lise n\u00e3o tem em considera\u00e7\u00e3o fatores condicionantes nem estabelece a rela\u00e7\u00e3o entre as falhas de diversos componentes.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por outro lado, <strong>na FTA corremos o risco de n\u00e3o ter em considera\u00e7\u00e3o falhas parciais<\/strong>, porque cada hip\u00f3tese corresponde a 0 ou a 1 \u2013 n\u00e3o h\u00e1 uma escala. Se um componente falha mas ret\u00e9m alguma funcionalidade, isto n\u00e3o \u00e9 tido em considera\u00e7\u00e3o. No entanto, quando usada ainda ao n\u00edvel de projeto, \u00e9 muito eficaz a detetar potenciais origens de falha e componentes que precisam de modos de seguran\u00e7a.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A efic\u00e1cia das an\u00e1lises FTA e FMEA depende tamb\u00e9m da capacidade de resposta quando uma falha \u00e9 identificada. Por isso, a gest\u00e3o eficaz de falhas requer n\u00e3o apenas metodologias adequadas, mas tamb\u00e9m ferramentas de apoio como <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-pt\/solucoes\/software-gestao-stocks\">software gest\u00e3o de stocks<\/a> para garantir a disponibilidade imediata de pe\u00e7as de reposi\u00e7\u00e3o cr\u00edticas.<\/p>\n<table style=\"background-color: #f2f2f2; padding: 25px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><b>A dificuldade de catalogar os modos de falha numa FMEA<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m de ser um trabalho exaustivo, frequentemente n\u00e3o s\u00e3o considerados modos de falha inesperados nem modos de falha que derivam de m\u00faltiplas falhas dentro de um subsistema. Um exemplo deste tipo de erros foi o acidente na central nuclear de Fukushima, no Jap\u00e3o. Inicialmente, os reatores resistiram ao terramoto inicial e um <em>backup<\/em> de energia assegurava o sistema de arrefecimento. Mas quando o <em>tsunami<\/em> que se seguiu ao terramoto inundou as salas com os geradores e<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\"> backup<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, aconteceu o pior.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A possibilidade de falhas m\u00faltiplas n\u00e3o tinha sido antecipada e, possivelmente, este modo de falha dos geradores tamb\u00e9m n\u00e3o. O pared\u00e3o junto \u00e0 central nuclear tinha apenas 5.7 metros de altura \u2013 mas estima-se que as ondas tenham atingido 14 a 15 metros.\u00a0<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h3><a href=\"https:\/\/2767973.fs1.hubspotusercontent-na1.net\/hubfs\/2767973\/Files%20to%20Download\/PT\/An%C3%A1lise%20de%20Causa%20Raiz_%20Guia%20Completo.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-8411 size-full\" src=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/10.png\" alt=\"An\u00e1lise de Causa Raiz Ebook\" width=\"1200\" height=\"628\" srcset=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/10.png 1200w, https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/10-300x157.png 300w, https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/10-768x402.png 768w, https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/10-1024x536.png 1024w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/a><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><b>An\u00e1lise Quantitativa vs. Qualitativa<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A an\u00e1lise FTA \u00e9 um dos modelos mais conhecidos para fazer uma avalia\u00e7\u00e3o probabil\u00edstica de risco, o que a transforma num m\u00e9todo quantitativo. Por isso, \u00e9 uma avalia\u00e7\u00e3o quase obrigat\u00f3ria em ind\u00fastrias de alto risco, como a ind\u00fastria nuclear, petroqu\u00edmica e farmac\u00eautica. No entanto, nem sempre foi assim. Mais uma vez, vamos recuar um pouco no tempo para ver um exemplo real que demonstra bem a diferen\u00e7a entre FTA vs. FMEA.\u00a0<\/span><\/p>\n<table style=\"background-color: #f2f2f2; padding: 25px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Quando a <\/span><a href=\"https:\/\/spectrum.ieee.org\/tech-history\/heroic-failures\/the-space-shuttle-a-case-of-subjective-engineering\"><span style=\"font-weight: 400;\">NASA<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> usou uma avalia\u00e7\u00e3o de risco nos anos 60 para calcular a probabilidade de levar o Homem \u00e0 lua e \u201cregressar com seguran\u00e7a\u201d, o resultado foi apenas 5%. A Ag\u00eancia Espacial Norte-Americana considerou estes n\u00fameros alarmantes \u2013 especialmente se fossem do dom\u00ednio p\u00fablico \u2013 e decidiu adotar apenas um m\u00e9todo qualitativo durante as d\u00e9cadas seguintes, a FMEA.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Apesar de a an\u00e1lise FMEA servir para calcular um \u00edndice de risco, consiste em escalas de 0 a 10, relativamente subjetivas, em que um \u201c4\u201d n\u00e3o \u00e9 necessariamente duas vezes mais grave do que um \u201c2\u201d. No caso das miss\u00f5es da NASA, era atribu\u00eddo um n\u00edvel de criticidade a cada componente. Se a falha de um determinado componente pusesse em risco a vida da tripula\u00e7\u00e3o tinha \u201cCriticidade 1\u201d, se pusesse em risco a miss\u00e3o era de \u201cCriticidade 2\u201d e todos as outras falhas obtinham \u201cCriticidade 3\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma falha como a que provocou a desintegra\u00e7\u00e3o do foguet\u00e3o Challenger em 1986 \u2013 os <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">O-rings<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (an\u00e9is de veda\u00e7\u00e3o) ficaram comprometidos devido \u00e0s temperaturas negativas \u2013 tinha um grau de Criticidade 1, mas a probabilidade estimava-se em \u201c2\u201d, o que correspondia a uma probabilidade de \u201c2 em 100,000\u201d. N\u00e3o havia c\u00e1lculos ou dados que cruzassem a rela\u00e7\u00e3o entre a temperatura e o desempenho dos an\u00e9is, apesar de o seu desempenho a temperaturas t\u00e3o baixas n\u00e3o ter sido testado.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por outras palavras, a classifica\u00e7\u00e3o \u201c2\u201d no \u00edndice de frequ\u00eancia era subjetivo e err\u00f3neo, o que resultou num \u00edndice de risco irrealista. Como consequ\u00eancia, n\u00e3o havia nenhum sistema de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">backup <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">para os O-rings.<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">Isto levou \u00e0 adop\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos quantitativos de avalia\u00e7\u00e3o probabil\u00edstica de risco na ind\u00fastria aeroespacial a partir de 1986. A ind\u00fastria nuclear tinha adoptado a FTA em 1979, depois do acidente nuclear conhecido como \u201cThree Mile Island\u201d (\u00e0 \u00e9poca, o pior acidente nuclear da hist\u00f3ria).\u00a0<\/span><\/td>\n<p>Em ind\u00fastrias de alto risco como a nuclear, petroqu\u00edmica e farmac\u00eautica, as an\u00e1lises FTA e FMEA n\u00e3o s\u00e3o apenas recomenda\u00e7\u00f5es \u2013 s\u00e3o obrigat\u00f3rias e devem ser documentadas e auditadas regularmente. Este processo de conformidade regulamentar pode ser facilitado por <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-pt\/plataforma\/software-gestao-compliance\">software gest\u00e3o de compliance<\/a>, que assegura o cumprimento dos requisitos normativos.<\/p>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por outro lado, no caso do Challenger, os \u00fanicos dados estat\u00edsticos que poderiam ter ser sido usados numa FTA seriam os resultados obtidos em testes de stress para cada componente e em voos de treino. Em ativos para os quais n\u00e3o disp\u00f5e de informa\u00e7\u00e3o estat\u00edstica, nenhum m\u00e9todo \u00e9 verdadeiramente quantitativo!\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><b>Fatores considerados na FTA vs. FMEA<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Este \u00e9 outro dos pontos em que as diferen\u00e7as entre a FTA e a FMEA se acentuam. A FTA considera uma s\u00e9rie de fatores, incluindo fatores externos, como sismos, e eventos condicionantes. J\u00e1 a FMEA cria um \u201csistema isolado\u201d, sem ter em considera\u00e7\u00e3o o impacto de fatores externos que podem comprometer o sistema.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A considera\u00e7\u00e3o de fatores externos na FTA torna-se particularmente relevante em facilities complexas, onde m\u00faltiplos sistemas interagem. A implementa\u00e7\u00e3o eficaz destas an\u00e1lises de falhas beneficia do uso de <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-pt\/solucoes\/software-facility-management\">software gest\u00e3o de facilities<\/a> para coordenar as diferentes metodologias de an\u00e1lise de risco entre sistemas interdependentes.<\/p>\n<h3><b>Atualiza\u00e7\u00f5es e uso di\u00e1rio\u00a0<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esta n\u00e3o \u00e9 uma diferen\u00e7a entre os dois m\u00e9todos em si, mas sim na forma como os usamos e mantemos estas an\u00e1lises atualizadas. A FMEA consiste numa folha de an\u00e1lise que nem sempre \u00e9 f\u00e1cil de manter atualizada, enquanto a FTA pode ser feita atrav\u00e9s de um software (que tamb\u00e9m se encarrega dos c\u00e1lculos). Sendo assim, geralmente \u00e9 mais f\u00e1cil para os gestores de manuten\u00e7\u00e3o manter a FTA em dia.<\/span><\/p>\n<h2><b>Quando usar FTA vs. quando usar FMEA<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tendo em conta as diferen\u00e7as que explic\u00e1mos ao longo do texto, \u00e9 f\u00e1cil chegar \u00e0 conclus\u00e3o de que ambos os m\u00e9todos t\u00eam as suas vantagens e as suas limita\u00e7\u00f5es. Ningu\u00e9m \u00e9 perfeito!\u00a0<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large\" src=\"https:\/\/media.giphy.com\/media\/l41YA4q7cdMaZ8sUM\/giphy.gif\" width=\"480\" height=\"360\" \/><\/p>\n<h4><b>Podemos dizer que a FTA \u00e9 prefer\u00edvel \u00e0 FMEA quando:<\/b><\/h4>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">h\u00e1 poucas falhas que sejam um ponto de partida para a \u00e1rvore;\u00a0<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">quer avaliar um sistema e implementar modos de seguran\u00e7a;<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">pretende fazer uma avalia\u00e7\u00e3o probabil\u00edstica de risco;\u00a0<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">est\u00e1 a analisar um sistema complexo em que h\u00e1 v\u00e1rias intera\u00e7\u00f5es entre os componentes;<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">h\u00e1 muito potencial para existir \u201cerro humano\u201d ou \u201cfalhas de software\u201d, que obrigam a ativar modos de seguran\u00e7a.\u00a0<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h4><b>A FMEA \u00e9 mais adequada do que a FTA quando:<\/b><\/h4>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">n\u00e3o consegue especificar as falhas que d\u00e3o origem \u00e0 FTA;\u00a0<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">o objetivo \u00e9 identificar todos os poss\u00edveis modos de falha, mesmo que n\u00e3o tenham consequ\u00eancias graves (por exemplo, pretende incluir todos os modos de falha num manual de produto);\u00a0<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">o equipamento funciona de forma previs\u00edvel, sem grande interven\u00e7\u00e3o humana, e portanto \u00e9 expect\u00e1vel que consiga enumerar todos os modos de falha poss\u00edveis.\u00a0<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h2><b>Ser\u00e1 que a FTA e a FMEA funcionam em conjunto?<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A FTA e a FMEA n\u00e3o s\u00e3o mutuamente exclusivas. A an\u00e1lise de risco tem duas vertentes, a quantitativa e a qualitativa, e portanto os dois m\u00e9todos podem ser usados de forma complementar. O ideal, para muitos gestores de manuten\u00e7\u00e3o, \u00e9 um h\u00edbrido entre os dois m\u00e9todos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>Outras vers\u00f5es de FMEA \u2013 como a FMECA <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0(An\u00e1lise de Modos, Efeitos e Criticalidade de Falhas)<\/span><b> ou a VMEA <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">(An\u00e1lise de Modos de Varia\u00e7\u00e3o e Efeitos)<\/span><b> \u2013 constituem uma solu\u00e7\u00e3o interm\u00e9dia, pois permitem combinar a an\u00e1lise qualitativa com uma an\u00e1lise probabil\u00edstica.\u00a0<\/b><\/p>\n<p>Na era da Ind\u00fastria 4.0, a an\u00e1lise de falhas em facilities modernas requer uma abordagem cada vez mais integrada e tecnol\u00f3gica. Esta evolu\u00e7\u00e3o pode ser suportada por <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-pt\/solucoes\/software-cafm\">software CAFM<\/a> para uma gest\u00e3o mais eficiente dos ativos e espa\u00e7os, permitindo uma implementa\u00e7\u00e3o mais sofisticada das metodologias FTA e FMEA.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Estes m\u00e9todos s\u00e3o cada vez mais usados na <\/span><a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-pt\/industria-4-0\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Ind\u00fastria 4.0<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> para definir quais s\u00e3o os ativos e os sistemas priorit\u00e1rios para a <a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-pt\/o-que-e-manutencao-preditiva\/\">manuten\u00e7\u00e3o preditiva<\/a>, que devido aos seus custos (ainda) elevados quase sempre se atribui apenas a ativos cr\u00edticos.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3>Saiba mais sobre este assunto no nosso guia completo de an\u00e1lise de causa raiz.<\/h3>\n<p><a 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