{"id":6853,"date":"2023-05-15T15:12:37","date_gmt":"2023-05-15T15:12:37","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.infraspeak.com\/?p=6853"},"modified":"2026-04-02T18:34:23","modified_gmt":"2026-04-02T18:34:23","slug":"fta-fmea-diferencas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/fta-fmea-diferencas\/","title":{"rendered":"FTA e FMEA: quais s\u00e3o as diferen\u00e7as?"},"content":{"rendered":"<div id=\"bsf_rt_marker\"><\/div><p><span style=\"font-weight: 400;\">E qual \u00e9 a melhor? A <strong>An\u00e1lise de \u00c1rvore de Falhas<\/strong> e a <strong>An\u00e1lise de Modos de Falha e Efeitos<\/strong> s\u00e3o ambas usadas para <a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/analise-de-causa-raiz\/\">an\u00e1lise de causa raiz<\/a>, detectar falhas, implementar melhorias e fazer avalia\u00e7\u00f5es de risco, mas as semelhan\u00e7as acabam por aqui. Cada uma tem uma abordagem muito diferente perante uma falha, o que tem consequ\u00eancias profundas nos resultados que podemos obter com cada an\u00e1lise.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao longo deste artigo, vamos utilizar a sigla FTA (do ingl\u00eas <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">fault-tree analysis<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">) para falar sobre a An\u00e1lise de \u00c1rvore de Falhas e FMEA (Failure Modes and Effects Analysis) para a An\u00e1lise de Modos de Falha e Efeitos.\u00a0<\/span><\/p>\n<h2><b>Quais as diferen\u00e7as entre FTA e FMEA?<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Antes de come\u00e7ar, recomendamos que leia os nossos artigos sobre <\/span><a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/analise-fmea\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">FMEA<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> e sobre a <\/span><a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/analise-arvore-de-falhas\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">An\u00e1lise de \u00c1rvore de Falhas<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Se j\u00e1 conhece ambos os m\u00e9todos, ent\u00e3o queremos ir direto ao assunto! Esta tabela resume as principais diferen\u00e7as entre a \u00e1rvore de an\u00e1lise de falhas e a FMEA:<\/span><\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><b>FTA<\/b><\/td>\n<td><b>FMEA<\/b><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">m\u00e9todo dedutivo: abordagem \u201ctop-down\u201d<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">m\u00e9todo indutivo: abordagem \u201cbottom-up\u201d<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">m\u00e9todo quantitativo<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">m\u00e9todo qualitativo\u00a0<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">analisa todo o sistema e demonstra a intera\u00e7\u00e3o entre diversos componentes<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">cataloga falhas para cada componente e n\u00e3o analisa falhas m\u00faltiplas<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">considera eventos externos<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">n\u00e3o considera fatores externos<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">n\u00e3o considera falhas parciais<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">n\u00e3o considera modos de falha inesperados<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">f\u00e1cil de atualizar com a ajuda de software<\/span><\/td>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">suporte em Excel, + dif\u00edcil de manter atualizada<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h3><\/h3>\n<h3><b>Dedu\u00e7\u00e3o vs. Indu\u00e7\u00e3o\u00a0<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A primeira grande diferen\u00e7a entre a FMEA e FTA \u00e9 abordagem que seguem. A FTA \u00e9 um m\u00e9todo sistem\u00e1tico e dedutivo; o<strong> ponto de partida \u00e9 a falha e da\u00ed chega a uma conclus\u00e3o mais abrangente<\/strong>, como se fosse uma investiga\u00e7\u00e3o ou um diagn\u00f3stico. Por exemplo, assumindo uma falha no alarme de inc\u00eandios, a FTA parte dessa falha para explorar as potenciais causas (ou houve uma falha no sistema de detec\u00e7\u00e3o de fuma\u00e7a, ou nos sensores de temperatura), at\u00e9 chegar \u00e0 causa raiz.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A FMEA, por outro lado, \u00e9 um m\u00e9todo indutivo, ou seja, parte de uma regra geral para o particular. Em vez de come\u00e7ar pela falha, a an\u00e1lise FMEA foca em um componente, para o qual s\u00e3o descritos diversos modos de falha com base no hist\u00f3rico e no nosso conhecimento do ativo. Depois, analisa o efeito de cada falha. Assim sendo, acaba por se tornar num &#8220;cat\u00e1logo&#8221; de falhas que pode ser integrado em um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/plataforma\/software-gestao-de-ativos\">software gest\u00e3o de ativos<\/a> para melhor controle. No exemplo acima, a FMEA iria listar os modos de falha do alarme de inc\u00eandio, listando como efeito em caso de falha a &#8220;propaga\u00e7\u00e3o do inc\u00eandio&#8221;.<\/p>\n<h3><b>Determinar modos de falha em FTA e FMEA\u00a0<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A diferen\u00e7a que explicamos acima tem consequ\u00eancias profundas na descri\u00e7\u00e3o dos modos de falha. No entanto, h\u00e1 uma coisa em comum: <strong>ambas as an\u00e1lises t\u00eam de ser feitas por algu\u00e9m com um conhecimento profundo dos equipamentos e da sua <a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/manutencao-centrada-na-confiabilidade\/\">confiabilidade<\/a><\/strong>.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A an\u00e1lise FMEA depende de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">prever<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> todos os modos de falha para cada componente: as causas que provocam uma paragem completa; as que provocam danos parciais e as que s\u00e3o quase impercept\u00edveis. Ao contr\u00e1rio da FTA, esta an\u00e1lise n\u00e3o leva em considera\u00e7\u00e3o fatores condicionantes nem estabelece a rela\u00e7\u00e3o entre as falhas de diversos componentes.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Para uma gest\u00e3o mais eficaz dos componentes e das suas potenciais falhas, muitas organiza\u00e7\u00f5es recorrem a solu\u00e7\u00f5es integradas. Um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/solucoes\/software-cafm\">software CAFM<\/a> permite centralizar a informa\u00e7\u00e3o sobre ativos e facilitar a aplica\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica de m\u00e9todos como a FTA.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por outro lado, <strong>na FTA corremos o risco de n\u00e3o considerar falhas parciais<\/strong>, porque cada hip\u00f3tese corresponde a 0 ou a 1 \u2013 n\u00e3o h\u00e1 uma escala. Se um componente falha, mas ret\u00e9m alguma funcionalidade, isto n\u00e3o \u00e9 considerado. No entanto, quando usada ainda ao n\u00edvel de projeto, \u00e9 muito eficaz em detectar potenciais origens de falha e componentes que precisam de modos de seguran\u00e7a.\u00a0<\/span><\/p>\n<table style=\"background-color: #f2f2f2; padding: 25px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><b>A dificuldade de catalogar os modos de falha numa FMEA<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m de ser um trabalho exaustivo, frequentemente n\u00e3o s\u00e3o considerados modos de falha inesperados nem modos de falha que derivam de m\u00faltiplas falhas dentro de um subsistema. Um exemplo deste tipo de erro foi o acidente na central nuclear de Fukushima, no Jap\u00e3o. Inicialmente, os reatores resistiram ao terramoto inicial e um <em>backup<\/em> de energia assegurava o sistema de esfriamento. Mas quando o <em>tsunami<\/em> que se seguiu ao terramoto inundou as salas com os geradores e<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\"> backup<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, aconteceu o pior.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A possibilidade de falhas m\u00faltiplas n\u00e3o tinha sido antecipada e, possivelmente, este modo de falha dos geradores tamb\u00e9m n\u00e3o. O pared\u00e3o junto \u00e0 central nuclear tinha apenas 5.7 metros de altura \u2013 mas estima-se que as ondas tenham atingido 14 a 15 metros.\u00a0<\/span><\/td>\n<p>Em ind\u00fastrias de alto risco como a nuclear e petroqu\u00edmica, onde a FTA \u00e9 quase obrigat\u00f3ria, a gest\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es torna-se ainda mais cr\u00edtica. Um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/solucoes\/software-gestao-facilities\">software gest\u00e3o de facilities<\/a> pode apoiar a implementa\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica destas an\u00e1lises de risco em toda a infraestrutura.<\/p>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h3><a href=\"https:\/\/2767973.fs1.hubspotusercontent-na1.net\/hubfs\/2767973\/Files%20to%20Download\/BR\/%5BBR%5D%20An%C3%A1lise%20de%20Causa%20Raiz_%20Guia%20Completo.pdf\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-8863 size-full\" src=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/CTA-Banners-min.png\" alt=\"Guia completo de an\u00e1lise de causa raiz\" width=\"1200\" height=\"628\" srcset=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/CTA-Banners-min.png 1200w, https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/CTA-Banners-min-300x157.png 300w, https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/CTA-Banners-min-768x402.png 768w, https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/CTA-Banners-min-1024x536.png 1024w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/a><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3><b>An\u00e1lise Quantitativa vs. Qualitativa<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A an\u00e1lise FTA \u00e9 um dos modelos mais conhecidos para fazer uma avalia\u00e7\u00e3o probabil\u00edstica de risco, o que a transforma num m\u00e9todo quantitativo. Por isso, \u00e9 uma avalia\u00e7\u00e3o quase obrigat\u00f3ria em ind\u00fastrias de alto risco, como a ind\u00fastria nuclear, petroqu\u00edmica e farmac\u00eautica, onde o uso de <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/plataforma\/conformidade\">software de compliance<\/a> ajuda a garantir o cumprimento das regulamenta\u00e7\u00f5es. No entanto, nem sempre foi assim. Mais uma vez, vamos recuar um pouco no tempo para ver um exemplo real que demonstra bem a diferen\u00e7a entre FTA e FMEA.<\/p>\n<table style=\"background-color: #f2f2f2; padding: 25px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><span style=\"font-weight: 400;\">Quando a <\/span><a href=\"https:\/\/spectrum.ieee.org\/tech-history\/heroic-failures\/the-space-shuttle-a-case-of-subjective-engineering\"><span style=\"font-weight: 400;\">NASA<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> usou uma avalia\u00e7\u00e3o de risco nos anos 60 para calcular a probabilidade de levar o Homem \u00e0 lua e \u201cvoltar com seguran\u00e7a\u201d, o resultado foi apenas 5%. A Ag\u00eancia Espacial Norte-Americana considerou estes n\u00fameros alarmantes \u2013 especialmente se fossem do dom\u00ednio p\u00fablico \u2013 e decidiu adotar apenas um m\u00e9todo qualitativo durante as d\u00e9cadas seguintes, a FMEA.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Apesar de a an\u00e1lise FMEA servir para calcular um \u00edndice de risco, consiste em escalas de 0 a 10, relativamente subjetivas, em que um \u201c4\u201d n\u00e3o \u00e9 necessariamente duas vezes mais grave do que um \u201c2\u201d. No caso das miss\u00f5es da NASA, era atribu\u00eddo um n\u00edvel de criticidade a cada componente. Se a falha de um determinado componente colocasse em risco a vida da tripula\u00e7\u00e3o tinha \u201cCriticidade 1\u201d, se colocasse em risco a miss\u00e3o era de \u201cCriticidade 2\u201d e todos as outras falhas tinham \u201cCriticidade 3\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma falha como a que provocou a desintegra\u00e7\u00e3o do foguete <em>Challenger<\/em> em 1986 \u2013 os <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">O-rings<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (an\u00e9is de veda\u00e7\u00e3o) ficaram comprometidos devido \u00e0s temperaturas negativas \u2013 tinha um grau de Criticidade 1, mas a probabilidade estimava-se em \u201c2\u201d, o que correspondia a uma probabilidade de \u201c2 em 100,000\u201d. N\u00e3o havia c\u00e1lculos ou dados que cruzassem a rela\u00e7\u00e3o entre a temperatura e o desempenho dos an\u00e9is, apesar de o seu desempenho a temperaturas t\u00e3o baixas n\u00e3o ter sido testado.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por outras palavras, a classifica\u00e7\u00e3o \u201c2\u201d no \u00edndice de frequ\u00eancia era subjetivo e err\u00f4neo, o que resultou num \u00edndice de risco fora da realidade. Como consequ\u00eancia, n\u00e3o havia nenhum sistema de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">backup <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">para os O-rings.<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">Isto levou \u00e0 ado\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos quantitativos de avalia\u00e7\u00e3o probabil\u00edstica de risco na ind\u00fastria aeroespacial a partir de 1986. A ind\u00fastria nuclear tinha adotado a FTA em 1979, depois do acidente nuclear conhecido como \u201c<em>Three Mile Island<\/em>\u201d (na \u00e9poca, o pior acidente nuclear da hist\u00f3ria).\u00a0<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por outro lado, no caso do <em>Challenger<\/em>, os \u00fanicos dados estat\u00edsticos que poderiam ter sido usados numa FTA seriam os resultados obtidos em testes de estresse para cada componente e em voos de treino. Em ativos para os quais n\u00e3o se disp\u00f5e de informa\u00e7\u00e3o estat\u00edstica, nenhum m\u00e9todo \u00e9 verdadeiramente quantitativo!\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><b>Fatores considerados na FTA e FMEA<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Este \u00e9 outro dos pontos em que as diferen\u00e7as entre a FTA e a FMEA se acentuam. A FTA considera uma s\u00e9rie de fatores, incluindo fatores externos, como sismos, e eventos condicionantes. J\u00e1 a FMEA cria um \u201csistema isolado\u201d, sem\u00a0considerar o impacto de fatores externos que podem comprometer o sistema.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><b>Atualiza\u00e7\u00f5es e uso di\u00e1rio\u00a0<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esta n\u00e3o \u00e9 uma diferen\u00e7a entre os dois m\u00e9todos em si, mas sim na forma como os usamos e mantemos estas an\u00e1lises atualizadas. A FMEA consiste em uma folha de an\u00e1lise que nem sempre \u00e9 f\u00e1cil de manter atualizada, enquanto a FTA pode ser feita atrav\u00e9s de um software (que tamb\u00e9m se encarrega dos c\u00e1lculos). Sendo assim, geralmente \u00e9 mais f\u00e1cil para os gestores de manuten\u00e7\u00e3o manter a FTA em dia, especialmente quando integrada a um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/solucoes\/software-cmms\">software CMMS<\/a> que centraliza todas as informa\u00e7\u00f5es de manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A manuten\u00e7\u00e3o eficaz dos ativos identificados atrav\u00e9s de an\u00e1lises FTA e FMEA requer um controle rigoroso das pe\u00e7as de reposi\u00e7\u00e3o. Para isso, \u00e9 fundamental contar com um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/solucoes\/software-gestao-estoque\">software gest\u00e3o de estoque<\/a> que assegure a disponibilidade dos componentes cr\u00edticos identificados nestas an\u00e1lises.<\/p>\n<h2><b>Quando usar FTA vs. quando usar FMEA<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tendo em conta as diferen\u00e7as que explicamos ao longo do texto, \u00e9 f\u00e1cil chegar \u00e0 conclus\u00e3o de que ambos os m\u00e9todos t\u00eam as suas vantagens e as suas limita\u00e7\u00f5es. Ningu\u00e9m \u00e9 perfeito!\u00a0<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large\" src=\"https:\/\/media.giphy.com\/media\/l41YA4q7cdMaZ8sUM\/giphy.gif\" width=\"480\" height=\"360\" \/><\/p>\n<h4><b>Podemos dizer que a FTA \u00e9 melhor que a FMEA quando:<\/b><\/h4>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">h\u00e1 poucas falhas que sejam um ponto de partida para a \u00e1rvore;\u00a0<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">pretende avaliar um sistema e implementar modos de seguran\u00e7a;<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">pretende fazer uma avalia\u00e7\u00e3o probabil\u00edstica de risco;\u00a0<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">um sistema complexo em que h\u00e1 v\u00e1rias intera\u00e7\u00f5es entre os componentes est\u00e1 sendo analisado;<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">h\u00e1 muito potencial para existir \u201cerro humano\u201d ou \u201cfalhas de<em> software<\/em>\u201d, que obrigam a ativar modos de seguran\u00e7a.\u00a0<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h4><b>A FMEA \u00e9 mais adequada do que a FTA quando:<\/b><\/h4>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">n\u00e3o se consegue especificar as falhas que d\u00e3o origem \u00e0 FTA;\u00a0<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">o objetivo \u00e9 identificar todos os poss\u00edveis modos de falha, mesmo que n\u00e3o tenham consequ\u00eancias graves (por exemplo, pretende incluir todos os modos de falha num manual de produto);\u00a0<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">o equipamento funciona de forma previs\u00edvel, sem grande interven\u00e7\u00e3o humana, portanto \u00e9 esperado que consiga enumerar todos os modos de falha poss\u00edveis.\u00a0<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h2><b>Ser\u00e1 que a FTA e a FMEA funcionam em conjunto?<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A FTA e a FMEA n\u00e3o s\u00e3o mutuamente exclusivas. A an\u00e1lise de risco tem duas vertentes, a quantitativa e a qualitativa, portanto os dois m\u00e9todos podem ser usados de forma complementar. O ideal, para muitos gestores de manuten\u00e7\u00e3o, \u00e9 um h\u00edbrido entre os dois m\u00e9todos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Quando as an\u00e1lises FTA e FMEA identificam a necessidade de interven\u00e7\u00f5es no terreno, \u00e9 crucial ter equipas bem coordenadas. Um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/solucoes\/software-field-service-management\">software field service management<\/a> pode otimizar a execu\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es corretivas e preventivas resultantes destas an\u00e1lises.<\/p>\n<p><b>Outras vers\u00f5es de FMEA \u2013 como a FMECA <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0(An\u00e1lise de Modos, Efeitos e Criticalidade de Falhas)<\/span><b> ou a VMEA <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">(An\u00e1lise de Modos de Varia\u00e7\u00e3o e Efeitos)<\/span><b> \u2013 s\u00e3o uma solu\u00e7\u00e3o interm\u00e9dia, pois permitem combinar a an\u00e1lise qualitativa com uma an\u00e1lise probabil\u00edstica.\u00a0<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Estes m\u00e9todos s\u00e3o cada vez mais usados na <\/span><a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/industria-4-0\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Ind\u00fastria 4.0<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> para definir quais s\u00e3o os ativos e os sistemas priorit\u00e1rios para a <a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/manutencao-preditiva\/\">manuten\u00e7\u00e3o preditiva<\/a>, que devido aos seus custos (ainda) elevados quase sempre se atribui apenas a ativos cr\u00edticos.\u00a0<\/span><\/p>\n<h2>Interessado em saber mais sobre esse tema?<\/h2>\n<p>Baixe o nosso guia completo de an\u00e1lise de causa raiz!<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/2767973.fs1.hubspotusercontent-na1.net\/hubfs\/2767973\/Files%20to%20Download\/BR\/%5BBR%5D%20An%C3%A1lise%20de%20Causa%20Raiz_%20Guia%20Completo.pdf\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-8863 size-full\" src=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/CTA-Banners-min.png\" alt=\"Guia completo de an\u00e1lise de causa raiz\" width=\"1200\" height=\"628\" srcset=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/CTA-Banners-min.png 1200w, 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