{"id":6847,"date":"2023-09-13T15:47:28","date_gmt":"2023-09-13T15:47:28","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.infraspeak.com\/?p=6847"},"modified":"2026-04-02T18:34:32","modified_gmt":"2026-04-02T18:34:32","slug":"analise-fmea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/analise-fmea\/","title":{"rendered":"Guia completo da an\u00e1lise FMEA"},"content":{"rendered":"<div id=\"bsf_rt_marker\"><\/div><h2><strong>O que \u00e9 uma an\u00e1lise FMEA (An\u00e1lise de modos de falhas e efeitos)?<\/strong><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A sigla FMEA significa <em>Failure Mode and Effect Analysis<\/em> ou, em portugu\u00eas, An\u00e1lise de modos de falhas e efeitos. Neste contexto, \u201cfalha\u201d significa perda de funcionalidade, enquanto \u201cmodo de falha\u201d designa a forma como a falha ocorre. \u00c9 uma das ferramentas mais comuns de <a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/analise-de-causa-raiz\/\">an\u00e1lise de causa raiz<\/a>.<\/span><\/p>\n<h2><strong>Diferen\u00e7a entre falha e modo de falha<\/strong><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para entender bem a diferen\u00e7a, vamos ver um exemplo simples: se um terminal de pagamento deixa de imprimir recibos (falha identificada) pode ser porque o rolo de papel n\u00e3o est\u00e1 bem colocado (modo de falha 1) ou porque o compartimento n\u00e3o est\u00e1 bem fechado (modo de falha 2).\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A partir dos modos de falha, podemos chegar \u00e0 causa raiz. Contudo, a an\u00e1lise FMEA n\u00e3o se limita a determinar a origem. Esta ferramenta se divide em duas vertentes: primeiro, identificar os modos de falha (e, por extens\u00e3o, \u00e0 poss\u00edvel causa raiz) e, depois, avaliar o efeito dessa mesma falha.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para entender esta \u00faltima parte, vamos ver um exemplo um pouco mais complexo. Imagine que uma m\u00e1quina estraga (falha) porque a ventoinha estava operando com muitas vibra\u00e7\u00f5es (modo de falha). O que acontece se este modo de falha ocorrer? O equipamento para momentaneamente (efeito da falha), o que provoca perdas na produ\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Modos de falha diferentes podem ter efeitos diferentes, com consequ\u00eancias muito distintas para o funcionamento da empresa. \u00c9 por isso que, muitas vezes, a FMEA funciona em conjunto com a <a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/o-que-e-a-gestao-de-ativos\/\">an\u00e1lise da criticidade dos ativos<\/a>, especialmente quando integrada a um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/plataforma\/software-gestao-de-ativos\">software gest\u00e3o de ativos<\/a>. Quando as duas an\u00e1lises s\u00e3o feitas ao mesmo tempo, o resultado \u00e9 conhecido como FMECA, que significa Failure Modes, Effects and Criticality Analysis.<\/p>\n<h2><b>Principais aplica\u00e7\u00f5es da an\u00e1lise FMEA<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E agora, um pouco de hist\u00f3ria. A an\u00e1lise FMEA foi desenvolvida pelo ex\u00e9rcito norte-americano nos anos 50. Pouco depois foi adotada pela ind\u00fastria da avia\u00e7\u00e3o e pela NASA, incluindo nas miss\u00f5es Apollo, no desenvolvimento das duas sondas Viking e nas miss\u00f5es interestelares Voyager. A ind\u00fastria autom\u00f3vel e a ind\u00fastria petroleira s\u00e3o outros setores onde a FMEA \u00e9 habitual.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A an\u00e1lise FMEA pode ser funcional (focada na funcionalidade total do sistema), de processos (focada na an\u00e1lise de processos de produ\u00e7\u00e3o e montagem), ou executada ainda na fase de design\/projeto (sobretudo para gest\u00e3o de riscos). \u00c9 recomend\u00e1vel fazer uma nova an\u00e1lise sempre que lan\u00e7a um novo produto ou h\u00e1 mudan\u00e7as no funcionamento da empresa \u2013 altera\u00e7\u00f5es na produ\u00e7\u00e3o, novos regulamentos, etc \u2013 e quando o feedback dos seus clientes denuncia um problema recorrente. Nestes casos, um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/plataforma\/conformidade\">software de compliance<\/a> pode auxiliar no acompanhamento das conformidades regulamentares.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise FMEA pode ser otimizada com o uso de um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/solucoes\/software-cmms\">software CMMS<\/a>, que permite registrar hist\u00f3ricos de falhas e programar manuten\u00e7\u00f5es preventivas baseadas nos resultados da an\u00e1lise.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/2767973.fs1.hubspotusercontent-na1.net\/hubfs\/2767973\/Files%20to%20Download\/BR\/%5BBR%5D%20An%C3%A1lise%20de%20Causa%20Raiz_%20Guia%20Completo.pdf\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-8863 size-full\" src=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/CTA-Banners-min.png\" alt=\"Guia completo de an\u00e1lise de causa raiz\" width=\"1200\" height=\"628\" srcset=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/CTA-Banners-min.png 1200w, https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/CTA-Banners-min-300x157.png 300w, https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/CTA-Banners-min-768x402.png 768w, https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/CTA-Banners-min-1024x536.png 1024w\" sizes=\"(max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/a><\/p>\n<h2><b>Quais s\u00e3o as vantagens e benef\u00edcios de uma an\u00e1lise FMEA?<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O principal objetivo de uma an\u00e1lise FMEA \u00e9 melhorar a <strong><a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/confiabilidade-dos-ativos\/\">qualidade, a confiabilidade e a seguran\u00e7a dos ativos<\/a> <\/strong>que estamos explorarando. No entanto, h\u00e1 v\u00e1rios benef\u00edcios decorrentes do processo de fazer uma FMEA em si:\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\">Desenvolver um m\u00e9todo de trabalho<span style=\"font-weight: 400;\"> com grande probabilidade de ser bem-sucedido, seguro e confi\u00e1vel.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\">Avaliar os modos e mecanismos de falha e o seu impacto<span style=\"font-weight: 400;\">, de forma a orden\u00e1-los de acordo com a gravidade e probabilidade de ocorrer (especialmente se fizer uma FMECA). Esta lista de prioridades aumenta a efic\u00e1cia do seu plano de manuten\u00e7\u00e3o.\u00a0\u00a0<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\">Identificar os pontos de falha e verificar a integridade<span style=\"font-weight: 400;\"> do sistema, cuja seguran\u00e7a n\u00e3o deve ser comprometida, ainda que para ter essa garantira seja necess\u00e1rio introduzir novos modos e medidas de seguran\u00e7a.\u00a0<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\">Testar o efeito de mudan\u00e7as e ajustes<span style=\"font-weight: 400;\"> nos procedimentos adotados e no design do equipamento (por exemplo, testar se diminui a probabilidade de falha).\u00a0<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Resolu\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida de falhas<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, uma vez que os modos de falha e as respectivas causas est\u00e3o descritos.\u00a0<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\">Definir crit\u00e9rios para testes e verifica\u00e7\u00f5es <span style=\"font-weight: 400;\">que devem ser inclu\u00eddos no <a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/plano-de-manutencao-preventiva\/\">plano de manuten\u00e7\u00e3o preventiva<\/a><\/span><b>, <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">com base nos modos de danos descritos.\u00a0<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h2><strong>Quais s\u00e3o as limita\u00e7\u00f5es e desvantagens da FMEA?<\/strong><\/h2>\n<p>Por outro lado, h\u00e1 algumas fraquezas na an\u00e1lise FMEA:<\/p>\n<ul>\n<li>N\u00e3o \u00e9 adequada para sistemas em que podem ocorrer falhas simultaneamente, pois n\u00e3o mostra a causalidade nem a correla\u00e7\u00e3o entre diversas falhas.<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>Como veremos mais \u00e0 frente, os tr\u00eas fatores (grau de severidade\/ \u00edndice de ocorr\u00eancia\/ probabilidade de detec\u00e7\u00e3o de falhas) t\u00eam o mesmo peso para o c\u00e1lculo de risco e, sob essa perspectiva, \u00e9 uma an\u00e1lise muito simplista.<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>\u00c9 um processo lento e que envolve muitos profissionais, pois depende diretamente da <em>expertise<\/em> da sua equipe para enumerar os diversos modos de falha.<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>Precisa de atualiza\u00e7\u00e3o constante, j\u00e1 que o conhecimento sobre o equipamento vai aumentando com a experi\u00eancia e o uso; voc\u00ea pode descobrir modos de falha inesperados que n\u00e3o levou em considera\u00e7\u00e3o na an\u00e1lise inicial.<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>Caso n\u00e3o detecte um potencial modo de falha, vai subestimar o \u00edndice de risco de um determinado equipamento. Por outro lado, ao ser muito detalhista pode dispersar a sua aten\u00e7\u00e3o dos problemas cr\u00edticos e desperdi\u00e7ar recursos.<\/li>\n<\/ul>\n<h2><b>Como fazer uma an\u00e1lise FMEA?<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A maior dificuldade em fazer uma an\u00e1lise FMEA \u00e9 a necessidade de ser exaustivo quanto aos modos de falha, as suas causas e o seu impacto. O mais habitual \u00e9 organizar toda a informa\u00e7\u00e3o numa tabela, na qual recomendamos incluir 7 colunas, uma para cada passo.<\/span><\/p>\n<h3><b>1. Definir os modos de falha<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O primeiro passo de uma an\u00e1lise de modos de falhas e efeitos \u00e9 definir os modos de falha para cada componente a partir das experi\u00eancias anteriores com ativos semelhantes.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 certo que as an\u00e1lises FMEA e FMECA costumam ser usadas em ind\u00fastrias de risco, em que a seguran\u00e7a \u00e9 uma prioridade. Por\u00e9m, para o prop\u00f3sito deste artigo, vamos usar como exemplo um prato mal confeccionado em um restaurante. O exemplo \u00e9 de um modo de falho muito comum: encontrar um cabelo no prato. O nosso cr\u00edtico Michelin interior distingue ainda outros tr\u00eas potenciais modos de falha \u2013 descobrir um bicho no prato, falta de sal e intoxica\u00e7\u00e3o por salmonela.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A implementa\u00e7\u00e3o eficaz da an\u00e1lise FMEA pode ser potencializada com o uso de ferramentas digitais como <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/solucoes\/software-gestao-estoque\">software gest\u00e3o de estoque<\/a>, que ajudam a monitorar componentes cr\u00edticos e identificar padr\u00f5es de falha.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Obviamente, um especialista em restaurantes conheceria muitos mais. <strong>Este \u00e9 o grande risco da an\u00e1lise FMEA<\/strong>: n\u00e3o ter em considera\u00e7\u00e3o todos os modos de falha poss\u00edveis e, como consequ\u00eancia, subestimar o risco associado ao ativo.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><b>2. Descrever o efeito da falha<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O segundo passo da an\u00e1lise FMEA \u00e9 descrever claramente o efeito da falha no sistema, pois este \u00e9 o fator que determina a sua gravidade. Tente ser o mais espec\u00edfico poss\u00edvel ao descrever o efeito da falha para calcular o seu impacto no passo 3.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Qual \u00e9 o efeito do nosso modo de falha? De imediato, devolver o prato. A longo prazo, nunca mais voltar.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><b>3. Impacto ou grau de severidade da falha<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O grau de severidade varia de 1 a 10, dependendo do impacto da falha:<\/span><\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><b>1<\/b><\/td>\n<td><b>risco nulo<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: as falhas s\u00e3o quase impercept\u00edveis\u00a0<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><b>2-3<\/b><\/td>\n<td><b>risco baixo<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: as falhas s\u00e3o percept\u00edveis, mas t\u00eam poucas consequ\u00eancias\u00a0\u00a0<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><b>4- 6<\/b><\/td>\n<td><b>risco moderado:<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> as consequ\u00eancias das falhas s\u00e3o not\u00f3rias (inclusive para clientes) e afetam o desempenho do ativo\u00a0<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><b>7- 8<\/b><\/td>\n<td><b>risco alto:<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> o funcionamento do ativo est\u00e1 totalmente comprometido, o que causa uma disrup\u00e7\u00e3o na ordem de trabalhos<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><b>9-10<\/b><\/td>\n<td><b>risco muito alto\/ cr\u00edtico<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: o ativo est\u00e1 totalmente comprometido e h\u00e1 altos riscos de seguran\u00e7a<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o sabemos quanto a voc\u00ea, mas para n\u00f3s o ativo \u201cprato com um cabelo\u201d est\u00e1 totalmente comprometido, com elevados riscos de seguran\u00e7a e higiene. Classificamos com um 9 (reservamos o 10 para a salmonela).\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><b>4. A causa potencial da falha<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O mesmo modo de falha pode ter v\u00e1rias causas. Por exemplo, um elevador que para entre andares pode ter um erro de configura\u00e7\u00e3o ou um problema de erro el\u00e9ctrico. Se listar todas as causas potenciais, \u00e9 mais f\u00e1cil testar e corrigi-las quando o modo de falha ocorre.<\/span><\/p>\n<p>Equipes de campo podem se beneficiar de um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/solucoes\/software-field-service-management\">software field service management<\/a> para documentar e analisar modos de falha identificados durante interven\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No nosso exemplo, a causa raiz \u00e9 evidente: os funcion\u00e1rios na cozinha n\u00e3o usam touca. Se tiv\u00e9ssemos encontrado um bicho no meio da salada, a\u00ed sim, ter\u00edamos v\u00e1rias linhas de investiga\u00e7\u00e3o: os alimentos n\u00e3o est\u00e3o bem armazenados, falha na lavagem, infesta\u00e7\u00f5es, etc.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><b>5. Ocorr\u00eancia\/ Frequ\u00eancia das falhas\u00a0<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A coluna de frequ\u00eancia deve dar uma indica\u00e7\u00e3o da probabilidade da falha ocorrer, novamente com base no hist\u00f3rico do ativo e em equipamentos semelhantes. Normalmente, o \u00cdndice de Ocorr\u00eancia consiste numa classifica\u00e7\u00e3o de 1 a 10, em que 1 representa \u201cnada prov\u00e1vel\u201d e 10 \u201cmuito prov\u00e1vel\u201d ou \u201cinevit\u00e1vel\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com base na nossa experi\u00eancia pessoal, calculamos a frequ\u00eancia do nosso modo de falha em 2.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><b>6. Como detectar a falha<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nesta coluna, deve propor medidas sobre como detectar a falha. Deve ainda calcular o \u00cdndice de Detec\u00e7\u00e3o de Falhas \u2013 <strong>a probabilidade de descobrir o erro<\/strong> durante a manuten\u00e7\u00e3o \u2013\u00a0 em que 1 representa \u201cmuito prov\u00e1vel\u201d e 10 \u00e9 \u201cnada prov\u00e1vel\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Para empresas que gerenciam m\u00faltiplas instala\u00e7\u00f5es, um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/solucoes\/software-gestao-facilities\">software gest\u00e3o de facilities<\/a> pode facilitar a aplica\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica da an\u00e1lise FMEA em diferentes locais e equipamentos.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Neste caso, a forma de detectar a falha \u00e9 fazer uma inspe\u00e7\u00e3o visual ao prato antes de lev\u00e1-lo para a mesa. Mas a inspe\u00e7\u00e3o visual pode ser bastante falha \u2013 por isso, muitas vezes, s\u00f3 damos conta da falha tarde demais. Ent\u00e3o, e sem querer mergulhar mais nas m\u00e1s experi\u00eancias, calculamos a probabilidade de detectar a falha em 4, \u201cprov\u00e1vel\u201d.<\/span><\/p>\n<h3><b>7. \u00cdndice de Risco<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O \u00edndice de risco \u00e9 o produto do \u00edndice de severidade (calculado no passo 3), o \u00edndice de ocorr\u00eancia (calculado no passo 5) e o \u00edndice de detec\u00e7\u00e3o (calculado no passo 6). Quanto maior o \u00edndice de risco, maior a necessidade de efetuar a\u00e7\u00f5es de melhoria.<\/span><\/p>\n<p>Um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/solucoes\/software-cafm\">software CAFM<\/a> pode integrar dados de an\u00e1lise FMEA com informa\u00e7\u00f5es de espa\u00e7o e recursos, proporcionando uma vis\u00e3o hol\u00edstica dos riscos operacionais.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O \u00edndice de risco do nosso prato, portanto, seria 9* 2*4=72. Se tiv\u00e9ssemos dado aquele 10 \u00e0 salmonela, com a mesma frequ\u00eancia e mesma probabilidade de detectar a falha, o \u00edndice de risco seria 80 \u2013 ou seja, uma falha com maior prioridade no plano de manuten\u00e7\u00e3o. Agora, \u00e9 altura da an\u00e1lise FMEA passar da folha de Excel para o mundo real.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Saiba o que \u00e9 uma an\u00e1lise FMEA (Failure Mode and Effect Analysis ou An\u00e1lise de Modo e Efeito de Falha), a sua import\u00e2ncia e como faz\u00ea-la.<\/p>\n","protected":false},"author":54,"featured_media":6601,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"content-type":"","footnotes":"","_wp_rev_ctl_limit":""},"categories":[366],"tags":[],"class_list":["post-6847","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-manutencao"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Guia completo da an\u00e1lise FMEA &#8226; Infraspeak Blog<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Saiba o que \u00e9 uma an\u00e1lise FMEA (Failure Mode and Effect Analysis ou An\u00e1lise de modos de falhas e efeitos), a sua import\u00e2ncia e como faz\u00ea-la.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/analise-fmea\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Guia completo da an\u00e1lise FMEA &#8226; 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