{"id":14631,"date":"2022-06-23T09:54:41","date_gmt":"2022-06-23T09:54:41","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.infraspeak.com\/?p=14631"},"modified":"2026-04-02T18:34:30","modified_gmt":"2026-04-02T18:34:30","slug":"analise-de-criticidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/analise-de-criticidade\/","title":{"rendered":"Como fazer uma an\u00e1lise de criticidade"},"content":{"rendered":"<div id=\"bsf_rt_marker\"><\/div><p><span style=\"font-weight: 400;\">Em resumo, uma an\u00e1lise de criticidade identifica potenciais riscos. Isto significa que as tarefas de manuten\u00e7\u00e3o podem assim ser atribu\u00eddas de acordo a criticidade de cada ativo, assegurando boas condi\u00e7\u00f5es de opera\u00e7\u00e3o para todos os equipamentos. Um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/plataforma\/software-gestao-de-ativos\">software gest\u00e3o de ativos<\/a> pode facilitar este processo. Por isso, uma avalia\u00e7\u00e3o de risco \u00e9 um passo importante em qualquer um destes casos:<\/p>\n<ul>\n<li>Priorizar os ativos para a <strong><a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/total-productive-maintenance\/\">manuten\u00e7\u00e3o produtiva total<\/a><\/strong>;<\/li>\n<li>Determinar prioridades para a <a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/manutencao-baseada-em-risco\/\"><strong>manuten\u00e7\u00e3o baseada em risco<\/strong><\/a>;<\/li>\n<li>Planejar um <a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/9-tecnicas-de-manutencao-com-base-na-condicao\/\"><strong>programa de monitoramento da condi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/a>;<\/li>\n<li>Determinar quais os equipamentos necessitam de uma <a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/analise-de-causa-raiz\/\"><strong>an\u00e1lise de causa raiz<\/strong><\/a>.<\/li>\n<\/ul>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">Como fazer uma an\u00e1lise de criticidade na manuten\u00e7\u00e3o<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o existe uma receita \u00fanica e infal\u00edvel para fazer uma an\u00e1lise de criticidade. A maioria dos gestores de manuten\u00e7\u00e3o elaboram uma matriz de criticidade, uma grelha 6&#215;6 onde o eixo dos <em>xx<\/em> representa a gravidade da\u00a0<\/span>eventual dano e o eixo dos <em>yy<\/em> a sua probabilidade.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Vamos dar o nosso melhor para explicar um processo de 3 passos para organizar a sua pr\u00f3pria matriz de criticidade. Contudo, tenha em mente que este processo \u00e9 flex\u00edvel, e pode torn\u00e1-lo t\u00e3o extenso ou t\u00e3o completo quanto desejar. (Temos alguns atalhos mais adiante).\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Para empresas que gerenciam m\u00faltiplas instala\u00e7\u00f5es, um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/solucoes\/software-gestao-facilities\">software gest\u00e3o de facilities<\/a> pode ser essencial para organizar e centralizar a an\u00e1lise de criticidade em diferentes locais, facilitando a cria\u00e7\u00e3o de uma matriz consistente.<\/p>\n<h3><b>1. Junte as pe\u00e7as do quebra-cabe\u00e7a<br \/>\n<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Comece com uma lista de ativos, se ainda n\u00e3o tiver uma. Depois, re\u00fana uma equipe com pessoas de diferentes departamentos &#8211; manuten\u00e7\u00e3o, engenharia, operadores ou qualquer outra pessoa que lide com equipamentos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Agora, o que voc\u00ea sabe sobre cada ativo? Se estragar, quais s\u00e3o as consequ\u00eancias? Lembre-se de considerar o impacto na seguran\u00e7a e no ambiente, e n\u00e3o apenas para os clientes. Qual \u00e9 o tempo de espera para as pe\u00e7as sobressalentes? Um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/solucoes\/software-gestao-estoque\">software gest\u00e3o de estoque<\/a> pode ajudar a controlar esta informa\u00e7\u00e3o. Esta informa\u00e7\u00e3o te permite calcular a gravidade da falha.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A seguir, analise os dados para calcular a probabilidade de falha e avaliar o estado do equipamento. Verifique os registros do equipamento e o hist\u00f3rico de manuten\u00e7\u00e3o corretiva, danos de ponto \u00fanico (pe\u00e7as que, em caso de falha, param todo o sistema) e o <a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/o-que-e-mtbf\/\">tempo m\u00e9dio entre danos<\/a>.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Neste ponto, voc\u00ea tamb\u00e9m pode estimar a vida \u00fatil do ativo e atribuir uma categoria de A a D, onde:<\/span><\/p>\n<ul>\n<li><strong>A &#8211; MUITO BOM<\/strong>: o equipamento est\u00e1 em \u00f3timas condi\u00e7\u00f5es e espera-se que funcione adequadamente at\u00e9 ao fim da vida \u00fatil normal;<\/li>\n<li><strong>B &#8211; BOM<\/strong>: o equipamento est\u00e1 em boas condi\u00e7\u00f5es com apenas alguns sinais de deteriora\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li><strong>C &#8211; OPERACIONAL<\/strong>: o equipamento est\u00e1 operacional, mas necessita de grandes trabalhos de repara\u00e7\u00e3o ou mesmo de substitui\u00e7\u00e3o de algumas pe\u00e7as;<\/li>\n<li><strong>D &#8211; INST\u00c1VEL<\/strong>: o equipamento est\u00e1 inst\u00e1vel e com perigo de danos;<\/li>\n<li>Existe tamb\u00e9m uma categoria interm\u00e9dia B\/C, que significa que o equipamento est\u00e1 atualmente na categoria B, mas mudar\u00e1 para a categoria C num prazo de 5 anos.<\/li>\n<\/ul>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\ud83d\udca1<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Dica pro<\/strong>: organize os ativos utilizando uma hierarquia funcional (por exemplo, piso de produ\u00e7\u00e3o &gt; unidade de produ\u00e7\u00e3o &gt; pe\u00e7as individuais do equipamento na unidade). Desta forma, quando encontrar equipamentos de baixa criticidade, pode saltar os seus &#8220;subordinados&#8221;.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><b>2. Coloque todas pessoas em sintonia<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Algumas pessoas n\u00e3o se imaginam reservando um hotel sem caf\u00e9 da manh\u00e3 inclu\u00eddo. Outras n\u00e3o se imaginam acordando antes das 10 da manh\u00e3 durante as f\u00e9rias. \u00c9 tudo uma quest\u00e3o de prioridades.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 importante chegar em acordo sobre uma matriz de criticidade. Defina os crit\u00e9rios de avalia\u00e7\u00e3o e combine dimens\u00f5es (sa\u00fade e seguran\u00e7a, ambiente, operacional) para criar a sua matriz. Voc\u00ea pode seguir orienta\u00e7\u00f5es ISO ou ajustar as coisas se sentir que uma dimens\u00e3o \u00e9 mais prejudicial para o seu neg\u00f3cio do que as outras, por exemplo. Um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/plataforma\/conformidade\">software de compliance<\/a> pode ajudar a garantir que todos os crit\u00e9rios regulamentares sejam atendidos.<\/p>\n<h3><b>3. Avaliar o risco de insucesso<\/b><\/h3>\n<p><b><span style=\"text-decoration: underline;\">Se a sua \u00fanica preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 o impacto operacional e financeiro<\/span>, voc\u00ea pode calcular a pontua\u00e7\u00e3o de criticidade com a seguinte f\u00f3rmula:<\/b><\/p>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><b>Frequ\u00eancia de danos (por ano) \u2715 Custo das consequ\u00eancias (\u20ac)* = Risco (\u20ac)<br \/>\n<\/b><\/h4>\n<p style=\"text-align: center;\">*custo das consequ\u00eancias = custo da produ\u00e7\u00e3o perdida + custo de repara\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><b>Se quiser avan\u00e7ar com a matriz de criticidade<\/b><\/span><\/strong>, voc\u00ea precisa analisar os dados que recolheu.<\/p>\n<p>Um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/solucoes\/software-cafm\">software CAFM<\/a> pode integrar a an\u00e1lise de criticidade com o gerenciamento completo de facilities e ativos, automatizando a coleta e an\u00e1lise dos dados necess\u00e1rios para calcular o RPN.<\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em primeiro lugar, ter\u00e1 que descobrir o n\u00famero de prioridade de risco (RPN &#8211; do ingl\u00eas <em>Risk Priority Number<\/em>) de cada ativo, que determina <strong>a gravidade da falha<\/strong>.<\/span><\/p>\n<h4><b>Como calcular o n\u00famero de prioridade de risco<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Avalie cada dimens\u00e3o (Sa\u00fade e Seguran\u00e7a, Ambiente, Produ\u00e7\u00e3o e Operacional) de 1 a 5, onde:<br \/>\n<\/span><\/p>\n<ul>\n<li>1 = insignificante<\/li>\n<li>2 = menor<\/li>\n<li>3 = moderado<\/li>\n<li>4 = grave<\/li>\n<li>5 = catastr\u00f3fico<\/li>\n<\/ul>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para refer\u00eancia, voc\u00ea pode utilizar a classifica\u00e7\u00e3o ISO14224 &#8211; Classifica\u00e7\u00e3o das Consequ\u00eancias da Criticidade dos Ativos:<br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-14645\" src=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Criticaly_Table_PT-BR-1024x697.png\" alt=\"criticidade\" width=\"640\" height=\"436\" srcset=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Criticaly_Table_PT-BR-1024x697.png 1024w, https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Criticaly_Table_PT-BR-300x204.png 300w, https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Criticaly_Table_PT-BR-768x523.png 768w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Depois, multiplique todas as pontua\u00e7\u00f5es para calcular o RPN. Por exemplo, se um dano tiver uma classifica\u00e7\u00e3o de 3 em &#8220;Seguran\u00e7a&#8221;, 1 em &#8220;Ambiente&#8221; e 4 tanto em &#8220;Produ\u00e7\u00e3o&#8221; como em &#8220;Operacional&#8221;, o RPN ser\u00e1 3 \u2715 1 \u2715 4 \u2715 4 = 48.\u00a0<\/span><\/p>\n<h4><b>Estimar a frequ\u00eancia dos danos<br \/>\n<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Finalmente, estimar a probabilidade\/frequ\u00eancia dos danos. Ou, mais uma vez, dar uma pontua\u00e7\u00e3o de 1 a 5, com algumas orienta\u00e7\u00f5es para refer\u00eancia:<br \/>\n<\/span><\/p>\n<ul>\n<li><strong>1<\/strong> = raro (menos de 0,5 por ano, em m\u00e9dia)<\/li>\n<li><strong>2<\/strong> = improv\u00e1vel (0,5 &#8211; 1 por ano, em m\u00e9dia)<\/li>\n<li><strong>3<\/strong> = poss\u00edvel (1 &#8211; 2 por ano)<\/li>\n<li><strong>4<\/strong> = prov\u00e1vel (mais de 2 danos por ano)<\/li>\n<li><strong>5<\/strong> = certo<\/li>\n<\/ul>\n<h4><b>Fa\u00e7a os\u00a0c\u00e1lculos\u00a0finais\u00a0<\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Neste momento, voc\u00ea deve ter uma planilha clara para avaliar a criticidade. Ou voc\u00ea pode multiplicar as pontua\u00e7\u00f5es de gravidade e probabilidade (de 1 a 5) e chegar a algo parecido com isto:<br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4701\" src=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/risk_table.png\" alt=\"Risk Assessment in Maintenance\" width=\"749\" height=\"216\" srcset=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/risk_table.png 749w, https:\/\/blog.infraspeak.com\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/risk_table-300x87.png 300w\" sizes=\"(max-width: 749px) 100vw, 749px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As cores representam cada n\u00edvel de risco: <strong>baixo<\/strong> (verde, \u2264 7), <strong>moderado<\/strong> (amarelo \u2264 10), <strong>significativo<\/strong> (laranja \u2264 20) e <strong>alto<\/strong> (vermelho \u2265 20).\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por exemplo, se a probabilidade de uma falha \u00e9 &#8220;<em>poss\u00edvel<\/em>&#8221; (3) e as consequ\u00eancias potenciais s\u00e3o &#8220;<em>cr\u00edticas<\/em>&#8221; (4), ent\u00e3o o risco \u00e9 igual a 3 \u2715 4 = 12 (risco significativo).\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dissemos que \u00edamos falar sobre alguns &#8220;atalhos&#8221;, por isso vamos ao que interessa. Se n\u00e3o tiver tempo ou recursos para uma avalia\u00e7\u00e3o minuciosa:\u00a0<\/span><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Compreenda que danos est\u00e3o relacionadas com eventos que os desencadeiam. Dado que \u00e9 imposs\u00edvel ter em conta <em>todos os eventos<\/em> que podem levar a <em>todos os danos<\/em>, concentre-se no mais prov\u00e1vel, com o pior resultado em termos de risco.<br \/>\n<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Se n\u00e3o tiver tempo suficiente para avaliar a pontua\u00e7\u00e3o para cada dimens\u00e3o (seguran\u00e7a, ambiente, opera\u00e7\u00f5es), concentre-se na que tiver o n\u00edvel de risco mais elevado.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">A avalia\u00e7\u00e3o do risco est\u00e1 completa. O que vem depois?\u00a0<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma vez conclu\u00edda a avalia\u00e7\u00e3o do risco, voc\u00ea deve preparar o plano de manuten\u00e7\u00e3o para equipamentos ou instala\u00e7\u00f5es. Um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/solucoes\/software-cmms\">software CMMS<\/a> pode facilitar a implementa\u00e7\u00e3o deste plano baseado na criticidade. Naturalmente, deve ser dada prioridade aos que apresentam um risco significativo ou elevado.<\/p>\n<p>Quando a manuten\u00e7\u00e3o envolve equipes externas ou t\u00e9cnicos em campo, um <a href=\"https:\/\/infraspeak.com\/pt-br\/solucoes\/software-field-service-management\">software field service management<\/a> pode coordenar eficientemente as atividades baseadas na criticidade dos ativos, garantindo que os recursos sejam direcionados adequadamente.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Recomenda-se a <a href=\"https:\/\/blog.infraspeak.com\/pt-br\/analise-fmea\/\">realiza\u00e7\u00e3o de uma an\u00e1lise FMEA<\/a>\u00a0aos ativos mais cr\u00edticos &#8211; ao top 20%<\/strong>. Desta forma, \u00e9 poss\u00edvel ter a certeza que cada tarefa de manuten\u00e7\u00e3o preventiva corresponde a um modo de falha. Isto \u00e9 mais eficiente n\u00e3o s\u00f3 na preven\u00e7\u00e3o de danos, como tamb\u00e9m vai te ajudar a poupar tempo e recursos em manuten\u00e7\u00e3o desnecess\u00e1ria.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\ud83d\udc49 Voc\u00ea tamb\u00e9m p<\/span>ode estar interessado neste <a href=\"https:\/\/2767973.fs1.hubspotusercontent-na1.net\/hubfs\/2767973\/%5BBR%5D%20Reactive%20Maintenance%20Whitepaper.pdf\"><strong>guia pr\u00e1tico sobre como prevenir danos e diminuir a manuten\u00e7\u00e3o corretiva<\/strong><\/a>.<\/p>\n<p><b>E, claro, lembre-se que na manuten\u00e7\u00e3o&#8230; nunca nada est\u00e1 verdadeiramente terminado. Tente rever a sua an\u00e1lise de criticidade pelo menos de 5 em\u00a05 anos.<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumidamente, uma an\u00e1lise de criticidade identifica potenciais riscos. Isto significa que as tarefas de manuten\u00e7\u00e3o podem assim ser atribu\u00eddas consoante a criticidade de cada ativo, assegurando boas condi\u00e7\u00f5es de opera\u00e7\u00e3o para todos os equipamentos. <\/p>\n","protected":false},"author":54,"featured_media":14487,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"content-type":"","footnotes":"","_wp_rev_ctl_limit":""},"categories":[366],"tags":[],"class_list":["post-14631","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-manutencao"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Como fazer uma an\u00e1lise de criticidade &#8226; Infraspeak Blog<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Aprenda como fazer uma an\u00e1lise de criticidade em 3 passos! 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