Gerir um ativo significa coordenar o seu ciclo de vida, desde o momento de aquisição até à sua substituição. Neste artigo, vamos perceber quais as melhores práticas para aumentar a sua eficiência e para tomar as melhores decisões, dando resposta à questão-chave: Como fazer gestão de ativos?

A gestão de ativos é um conjunto de atividades que visa extrair, de forma sustentável, o máximo valor dos ativos da empresa. Isso inclui a ponderação de custos, oportunidades e riscos em relação à performance expectável dos ativos, para que seja cumprido o planeamento estratégico e alcançados os objetivos da organização.

São conjugadas práticas de gestão, financeiras, económicas, de engenharia, entre outras, que pretendem fornecer o melhor nível de serviço, mas da forma mais económica possível. Como?

  • Avaliar a criticidade dos ativos

Uma vez que a gestão de ativos está diretamente relacionada com a performance e resultados do negócio, é necessário ponderar os riscos e tomar decisões de investimento que permitam o máximo rendimento dos ativos, que tornem possível a redução de perdas, e que garantam o máximo de confiabilidade e qualidade.

É, por isso, fundamental que se analise a criticidade dos ativos e que as práticas sejam definidas com base neste princípio. Ativos que são cruciais para o bom funcionamento da empresa e que interferem diretamente nos resultados, terão de estar no topo da lista.

Softwares como o Infraspeak permitem aceder, facilmente e em poucos cliques, a toda a informação e documentação disponível dos ativos, o que auxilia a tomada de decisão. Desde a ficha técnica personalizada, à lista das últimas avarias ou histórico de medições e intervenções.

  • Priorizar

Operacionalizar e manter ativos num ambiente em que há limitações orçamentais, exige um esquema de priorização. Por exemplo, se a avaria de uma arca congeladora num restaurante puder significar a perda de um grande investimento financeiro e/ou a insatisfação dos clientes, este é um ativo com uma função crítica na organização, que deve ser prioritário e gerido com o máximo cuidado e de acordo com regras muito específicas.

Por outro lado, há ativos que, apesar de importantes e necessários, não interferem diretamente com o decorrer das operações e que, por esse motivo, podem ter uma gestão diferente e reativa. Apesar de ser necessário acompanhar e otimizar todos os ativos, há alguns que terão de ter um cuidado especial.

A gestão de custos e a análise económica poderão também ser úteis neste ponto.

  • Prevenir avarias inesperadas

Para evitar avarias inesperadas, deve haver um acompanhamento regular e contínuo dos ativos. Neste campo, a manutenção auxilia na seleção das melhores estratégias a serem aplicadas, desde as técnicas corretivas – para os ativos menos críticos – até às tarefas preventivas.

Isto fará com que haja redução de custos (melhor utilização da mão de obra, otimização de stocks, etc.), aumente o desempenho e a eficácia dos ativos e que haja diminuição dos riscos associados.

  • Otimizar as operações

Para gerir um ativo é importante controlar, numa única plataforma, toda a informação relacionada com o ativo. Num software de manutenção como o Infraspeak é possível, por exemplo, garantir que todos os equipamentos são monitorizados e que cumprem todas as regras e legislações (por ex. HSSE, ISO). O importante é manter os ativos em pleno funcionamento, tirar o melhor partido deles, otimizar a eficiência e garantir que o período de vida é estendido ao máximo possível.

A gestão de ativos pressupõe: foco no ciclo de vida, melhoria do desempenho operacional, otimização da vida útil, e gestão de recursos, manutenção e avarias.

Saiba mais sobre o Infraspeak e como podemos ajudá-lo a fazer gestão de ativos, aqui.